Melgas:
- no próximo ano estarão livres de mim!
A nossa turma, à semelhança de todas as outras, bem como as nossas famílias, aproveita(m) para desejar as rápidas melhoras à senhora Professora Manuela.
Que tudo corra pelo melhor!!
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Algumas tradições e Crenças de Sto. António
· Sabias que é costume as crianças de Lisboa pedirem na rua "um tostãozinho para o Santo António"?
· Para as raparigas verem com quem vão casar: "À meia-noite, a rapariga, num quarto às escuras, diante de um espelho, chama por Santo António sete vezes e acende uma vela... e logo verá reflectido o rosto do homem com quem casará."
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Mas afinal o que é que este Santo, com mais de 2 mil anos, tem a ver com as tradições que hoje são festejadas em seu nome por quase todo o mundo?
Afinal, São Pedro era uma pessoa muito
Este santo é invocado (a quem se pede ajuda) pelos crentes por muitas razões:
- É protector dos pescadores e guarda as portas do Céu. É aliás, por essa razão que é apresentado com as suas longas barbas brancas e um molho chaves na mão. - Segundo a crença popular, São Pedro é também muitas vezes responsabilizado pelo estado do tempo, nomeadamente pela ausência ou abundância de chuva. - O dia dedicado a São Pedro é 29 de Junho que marca o fim das festas dos "Santos Populares". Tal como Santo António e São João, este homem é visto como casamenteiro e um dos santos do Verão, que todas as pessoas adoram.
É Santo padroeiro de tudo e mais alguma coisa:
- De pessoas em delírio, com problemas nos pés, com febres e dos idosos. - Mas também dos padeiros, dos construtores de pontes, dos homens do talho, dos relojoeiros, sapateiros, pescadores, agricultores e construtores de barcos e redes. Ufa! Não há santo que aguente!
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• Aprende a reciclar papel • Aproveita as embalagens
• Recicla o lixo
• Poupa energia eléctrica • Economiza água
• Toma atitudes responsáveis
• Faz o teu próprio jardim
• Planta uma árvore
• Faz a tua parte!!
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A nossa turma fez várias experiências que estão previstas no nosso livro de Estudo do Meio.
Por exemplo, o Miguel Cruz demonstrou o movimento da roldana, que permite elevar todo o tipo de cargas leves. Encontramos este movimento quando colocamos uma bandeira no mastro sem tirar os pés do chão, içando um balde cheio de água de um poço ou levantando o estore do nosso quarto.
Os materiais que o Miguel utilizou foram: 1 carrinho de linha; fio de cordel; 1 copo de iogurte; 1 gancho; arame; alicate e areia.
Já o Davi representou o movimento da engrenagem, que é um movimento que se vê em quase todas as máquinas que giram. É o caso do relógios e das bicicletas.
O Davi só precisou de tiras de cartão canelado com cerca de um centímetro de largura; tampas de boiões e de garrafas de diferentes tamanhos; 1 tira de cartão; pionés; 1 pino curto de madeira; cola e papel.
Para Pais/Adultos
Por tudo isto, conclui-se que os piolhos são contagiosos , repartem-se em três géneros de piolhos. Contudo, todos eles são muito minúsculos, alimentam-se de sangue e procriam-se com muita facilidade. O problema principal é que os piolhos acabam por ser muito incomodativos, provocando muita comichão. Os três tipos de piolhos a conhecer, podem ser os que se localizam no couro cabeludo, no corpo ou nos pêlos púbicos. Normalmente, os piolhos só se transmitem se for através do contacto íntimo.Em consequência, deve lavar-se a cabeça durante duas semanas, duas vezes e, utilizar um amaciador para retirar os nós do cabelo. Ainda antes de retirar o champô, pentear-se com um pente muito fino para que não seja necessário utilizar outro produto de natureza insecticida.As crianças gostam de brincar umas com as outras, não queira que o/a seu/sua filho(a) fique excluído daquilo que mais gosta de fazer. Dispense algum do seu tempo para combater esta praga.
Pense no bem-estar do seu filho!!!
Tudo o que diga respeito à sua pessoa (roupa, lençóis, escovas e todos os outros adereços) devem ser lavados durante dez minutos com água bem quente. A temperatura elevada da água tem o efeito de matar os ditos invasores e terminar com a sua presença, bem como com a reprodução dos ovos. Mas, se preferir, pode também recorrer ás medicinas alternativas, usando um tratamento à base de ervas. O rosmaninho e o tomilho são muito recomendados.
Lavar a cabeça 2 vezes ao dia com chá morno de arruda ou chá de erva-doce ou alternadamente. Enxaguar depois com sabão ou champô.
Lavar a cabeça com sumo de limão e são dissolvidos em água morna. Deixar ficar a agir por 20 minutos e depois enxagúe, em seguida massaje o cabelo / cabeça com abacate durante 5 minutos e finalmente enxagúe com sabão ou champô.
Expliquemos o 25 de Abril.
Participámos no Concurso "SMS Amizade", promovido pela Bibioteca da EB 2/3 Dr. José Pereira Tavares. Escrevemos mensagens num telemóvel que "descarregamos" na página web da biblioteca e, ao que parece, os nossos sms's foram apreciados...
Recebemos prémios individuais e um colectivo, para toda a turma.
Estamos muito contentes. Foi uma bela notícia neste fim de 2.º período!
A senhora professora Célia Mateus, do Executivo, veio à nossa escola entregar-nos pessoalmente os prémios. Estamos muito orgulhosos!
Na passada semana, a nossa escola comemorou o Dia da Árvore e da Floresta. Com a ajuda da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, plantámos um azevinho. Fizemo-lo em conjunto com todos os nossos colegas das outras turmas e com os nossos amiguinho da Pré.
Antes de cantarmos umas canções que aprendemos, investigámos a planta que foi escolhida: o azevinho.
Trata-se de uma planta de folha persistente; dá flores brancas (até 1 cm de diâmetro), que aparecem no período de Abril a Junho. As folhas são onduladas e de margem espinosa ou lisa; tem uma nervura verde clara. Dá frutos carnudos pequenos, de cor vermelha alaranjada ou amarela. Tem um crescimento lento e pode ter um tempo de vida que pode atingir os 300 anos! Sobre a sua dimensão, pode chegar aos 20 metros de altura.
Para se desnvolver, prefere locais frescos e solos de granito. É frequentemente encontrada em carvalhais e nas margens de cursos de água, em especial no norte e centro de Portugal Continental.
Serve para enfeitar, principalmente no Natal. Tem uma madeira muito dura e densa utilizada para certos trabalhos em marcenaria. É uma espécie protegida por Lei.
Pesquisa sobre o Dia da Árvore
A comemoração oficial do Dia da Árvore teve lugar pela primeira vez no estado norte-americano do Nebraska, em 1872. John Stirling Morton conseguiu induzir toda a população a consagrar um dia no ano à plantação ordenada de diversas árvores para resolver o problema da escassez de material lenhoso.
A Festa da Árvore rapidamente se expandiu a quase todos os países do mundo, e em Portugal comemorou-se pela primeira vez a 9 de Março de 1913.
Em 1971 e na sequência de uma proposta da Confederação Europeia de Agricultores, que mereceu o melhor acolhimento da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), foi estabelecido o Dia Florestal Mundial com o objectivo de sensibilizar as populações para a importância da floresta na manutenção da vida na Terra.
Em 21 de Março de 1972 - início da Primavera no Hemisfério Norte - foi comemorado o primeiro DIA MUNDIAL DA FLORESTA em vários países, entre os quais Portugal.
2x1=2 (atenção aos bois!)
2x2=4 (vamos ao teatro!)
2x3=6 (tenho novos anéis!)
2x4=8 (come um biscoito!)
2x5=10 (vai lavar os pés)
2x6=12 (ganhei uma taça de bronze)
2x7=14 (já vi uma urze...)
2x8=16 (acabaram-se os pincéis)
2x9=18 (estamos feitos num oito!)
2x10=20 (vem aí um pedinte)
3x1=3 (vamos jogar xadrez!)
3x2=6 (vamos cantar os Reis!)
3x3=9 (já não chove)
3x4=12 (ela só tem pose!)
3x5=15 (cuidado com o deslize!)
3x6=18 (ele é muito afoito!)
3x7=21 (o foguete faz pum! Pum!)
3x8=24 (de quem é este prato?)
3x9=27 (ele toca trompete)
3x10=30 (escolhe tu a tinta.)
4x1=4 (vai a Gabi com o pato)
4x2=8 (hoje aqui pernoito)
4x3=12 (que é 26 menos 14...)
4x4=16 (vamos para os carrocéis!)
4x5=20 (não há quem o pinte!)
4x6=24 (já sei fazer o quatro)
4x7=28 (10 mais 18 são 28!)
4x8=32 (vens aqui depois)
4x9=36 (vamos cumprir as leis!)
4x10=40 (ou vai ou rebenta!)
5x1=5 (o Leo vai ao circo)
5x2=10 (não dês pontapés!)
5x3=15 (Portugal está em crise)
5x4=20 (queremos que o Ronaldo finte!)
5x5=25 (perdi-me no labirinto)
5x6=30 (tenho mesmo boa pinta!)
5x7=35 (fechei a porta ao trinco)
5x8=40 (gosto do sabor a menta)
5x9=45 (se não fizer os trabalhos, não brinco)
5x10=50 (ai que o professor não aguenta!)
6x1=6 (cala a boca e não me chateies!)
6x2=12 (ganhaste a medalha de bronze)
6x3=18 (10 mais oito são dezoito)
6x4=24 (não desarrumes o quarto!)
6x5=30 (fiz um grafiti com pinta)
6x6=36 (rasga esses papéis!)
6x7=42 (quem pasta são os bois!)
6x8=48 (que frio! Já é de noite!)
6x9=54 (tira as pulgas ao gato!)
6x10=60 (não gosto de pimenta)
7x1=7 (quem não pode promete)
7x2=14 (é mais que doze...)
7x3=21 (vou comer atum)
7x4=28 (vou comer condoito)
7x5=35 (aperta o cinto!)
7x6=42 (atenção aos canhões!)
7x7=49 (ele que a sopa prove)
7x8=56 (que fiquem os dedos e os anéis)
7x9=63(vamos todos falar inglês!)
7x10=70 (a noite está cinzenta)
8x1=8 (outra vez o biscoito!...)
8x2=16 (pertenço a Oliveira de Azeméis)
8x3=24 (ontem comi arroz de pato)
8x4=32(tu vendes fogões e ele melões)
8x5=40 (fiz um desenho na sebenta)
8x6=48(andei no baloiço)
8x7=56 (adorei os paineis)
8x8=64 (tenho uma moto 4)
8x9=72 (Ah!! Pois, pois...)
8x10=80 (e o cão senta!)
9x1=9 (nada o demove...)
9x2=18 (não sejas tão afoito!)
9x3=27 (já não uso babete...)
9x4=36 (tenho ali um monte de papéis!)
9x5=45 (o avô só bebe vinho tinto)
9x6=54 (calça o sapato!)
9x7=63 (Olá Inês!)
9x8=72 (é um par de dois...)
9x9=81 (nove macacos e tu és um!)
9x10=90 (olha que o balão rebenta!)
No passado dia 19 de Dezembro, a nossa escola organizou a Festa de Natal no Salão Nobre da Junta de Freguesia do Pinheiro da Bemposta.
As nossas famílias apareceram em peso. A nossa turma preparou-se durante pouco mais de duas semanas. As nossas habilidades acrobáticas parece que agradaram ao público. Não houve enganos. As canções "Rodolfo" e "Dançando à volta do Pinheiro" correram-nos bem.
Os nossos colegas das outras turmas, bem como os meninos e meninas da Pré, também estiveram muito bem. E não esqueçamos que a Ana Lopes fez boa figura como apresentadora.
Foi mesmo um espectáculo!
Sim |
85% (34) |
Não |
5% (2) |
Talvez |
10% (4) |
TOTAL de votos
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100% (40)Pergunta: Pensa oferecer um livro a uma criança neste Natal? |
Prof. José Manuel Alho
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À porta de um novo ano, fazem-se planos e recuperam-se desejos antigos que foram sucessivamente adiados. Mantém-se, sobretudo, a esperança de que o ano que vem seja melhor que este.
As pessoas têm tradições que gostam de respeitar para terem sorte. Por exemplo:
- comer 12 passas, uma por cada badalada; - quando toca a primeira badalada, subir para cima de uma cadeira, com a perna direita (isto é muito importante para entrar o ano com o pé direito!);
- ter dinheiro na mão, não importa quanto, nesta entrada do novo ano; - pensar em um ou mais desejos enquanto se comem as passas; - beber champanhe após as passas (para irem para baixo) e para brindar o novo ano! - dar um beijão na pessoa amada e um beijinho nas outras que estejam presentes nessa altura, fazendo votos que o ano seja muito bom; - telefonar aos familiares e amigos mais chegados que não estão ao pé de nós, para igualmente desejar um ano novo fantástico. |
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Já para resolver os problemas económicos, é melhor vestir qualquer peça de roupa amarela e colocar uma nota dentro do sapato. Quando der a meia-noite, diz-se que se deve atirar moedas e notas ao ar para atrair riqueza para todas as pessoas que nela moram. Se, entretanto, sentir alguma comichão na palma da mão direita, é sinal que teve sorte, pois o orçamento irá ficar mais recheado. Se sentir o mesmo na mão esquerda... azar. É melhor tentar outra coisa.
Bem mais saboroso é roer sete sementes de romã na noite da passagem de ano, embrulhá-las num guardanapo e guardá-las na carteira. Os brasileiros fazem muito isso. Ou então, experimente colocar uma folha de louro na carteira e deixa-a lá no ano inteiro. As pessoas antigas dizem que é dinheiro na certa... Ah! E não se esqueça: não passe a passagem do ano com os bolsos vazios, porque assim eles vão permanecer tal e qual o resto do ano! Também nada de roupa apertada - para não ter dificuldades económicas. Certifique-se que tem todos os buracos, rasgões ou botões da roupa cosidos, para atrair a boa sorte! Um trabalho de Pesquisa da Turma C – 3.º Ano
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Ansiedade e expectativa dominaram os instantes
antes da exibição da peça...
A atmosfera era de alegria...
Durante a peça, até houve momentos de
participação muito entretida!
A girafa Pescoço Alto estava magrinha e muito triste porque na selva não conseguia encontrar comida. As árvores tinham todas as folhas muito altas e ela nem con o seu longo pescoço conseguia lá chegar. Então andava com a cabaça pendurada. Mas os macacos que brincavam aos pulos nas árvores, ao olhar para a girafa, perguntaram-lhe:
- Amiga girafa, o que é que tens?
E a girafa respondeu:
- Não chego às folhinhas e tenho fome.
Os macacos fizeram uma reunião para deliberar o que haviam de fazer para ajudar a girafa. Quando acabaram chamaram-na e disseram-lhe:
- Girafa, vem aqui para baixo desta árvore.
Os macacos estavam todos nessa árvore e no mesmo ramo cheio de folhas. Então disseram à girafa:
- Vá, come agora.
E a girafa comeu e ficou cheia de forças.
Transformou-se na girafa com o pêlo mais brilhante e bonito da selva porque comia as folhas mais altas que os amigos macacos lhe davam, com toda a sua ginástica e brincadeira, ao empurrar os ramos para baixo até à altura do seu pescoço.
Maria Reis,
"7 Histórias Com Animais Selvagens",
Impala Editores (adaptado)
A Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP) divulga a partir de hoje, na sua página na internet, como "destaque", o projecto que este blog promove bem como os trabalhos desenvolvidos pelos alunos e suas famílias.
Trata-se de um reconhecimento que não deixa de constituir motivo de orgulho e que nos dá aquele alento especial para prosseguirmos.
Para informação mais detalhada, visite http://www.confap.pt/desenv_noticias.php?ntid=1092
A Girafa Pescoço Alto estava magrinha e muito triste porque na selva não conseguia encontrar comida. As árvores tinham todas as folhas muito altas e nem ela com o seu longo pescoço conseguia lá chegar...
Tristinha, a Girafa Pescoço Alto sentou-se perto de uma árvore.
Começava a ficar noite. O sol já tinha desaparecido e a girafa estava com frio.
Uma leve brisa de Outono soprou e, no chão, junto da Girafa Pescoço Alto, iam caindo folhas das árvores.
A girafa começou a comer uma a uma, todas as folhas que ia apanhando do chão.
Como já era tarde e a sua barriguinha já estava satisfeita, dirigiu-se para casa.
(Família da Gabriela: Joaquim e Ângela)
Ao dirigir-se a casa, tão cansada, decidiu deitar-se na cama e... adormeceu.
De manhã, quando acordou, para ver se o que tinha acontecido no dia anterior fora real, dirigiu-se às arvores perto de sua casa.
Foi aí que reparou que o chão onde pisava estava coberto de folhas. Novamente com fome, ela voltou, toda contente, a comer, a comer até ficar com a barriga cheia!
(Pais da Luana: Albino e Andreia)
E assim, todos os dias, a Girafa Pescoço Alto caminhava para a selva para comer aquelas folhinhas saborosas que estavam caídas no chão.
Com o passar do tempo, a girafa notou que ia ficando mais forte. Estava tão feliz por estar mais forte!
Por isso, decidiu fazer da selva a sua única casa onde, além de comer, brincava, saltava e pulava com os outros animais amigos.
(Família do João Paulo - por Maria Alice)
FIM
A Girafa Pescoço Alto estava magrinha e muito triste porque na selva não conseguia encontrar comida. As árvores tinham todas as folhas muito altas e nem ela com o seu longo pescoço conseguia lá chegar...
...Um certo dia, já cansada desta situação, resolveu falar com o Macaco Brincalhão, que por sinal estava triste por não ter ninguém com quem brincar.
- Bom dia senhor Macaco Bricalhão! Tenho uma proposta a fazer-lhe: se você aceitar subir às árvores para trazer-me folhinhas que saciem esta fome que sinto, estou disposta a brincar consigo o resto do dia. Até lhe digo mais: deixo que suba ao meu pescoço e que faça dele um escorregão. O que lhe parece?
O Macaco Brincalhão ficou a pensar durante alguns segundos e rapidamente aceitou.
A partir daquele dia, nem a Girafa Pescoço Alto voltou a ficar triste por não chegar às folhas altas das árvores, nem o Macaco Brincalhão ficou infeliz por não ter com quem brincar...
(Família do Davi - Andrés e Mónica Raborg)
...e assim passavam os dias a brincar.
Um dia decidiram dar uma volta pela selva. Foi quando avistaram uma raposa a correr. Foram então em sua perseguição.
Quando finalmente a alcançaram, já muito cansados de tanto correr, perguntaram-lhe apenas:
- Queres brincar connosco?
A raposa, desconfiada, respondeu:
- Sim, quero.
Passadas algumas horas, já eram grandes amigos!...
(Família de José Pedro - Ofélio e Fátima)
Os dias foram passando e a girafa estava, apesar de tudo, mais magrinha.
Certo dia, apareceram na floresta dois meninos. Os meninos tinham mudado de casa há pouco tempo e resolveram ir conhecer a selva já que ficava tão perto da sua casa.
Enquanto estavam a passear viram a Girafa Pescoço Alto a chorar e perguntaram-lhe o que se passava:
- O que é que tens? - perguntaram.
Eu não consigo comer as folhas das árvores... estão muito altas... - lamentou-se a Girafa.
- Nós vamos ajudar-te! - prometeram os meninos.
- Ah! Obrigada!! Sabem, tenho muita fome! - desabafou a Girafa.
Assim, e desde então, são aqueles dois meninos que todos os dias passaram a ir à selva levar a comida à Girafa Pescoço Alto.
(Família do Jorge Emanuel - Avelino e Vera)
FIM
História C
A Girafa Pescoço Alto estava magrinha e muito triste porque na selva não conseguia encontrar comida. As árvores tinham todas as folhas muito altas e nem ela com o seu longo pescoço conseguia lá chegar...
De repente, teve uma ideia "luminosa"!...
Se abanasse a árvore poderia acontecer que, pelo menos, algumas folhas caíssem.
Contudo, era só uma ideia... pois aquelas árvores grandes e frondosas nunca iriam sequer balançar com a força da pequena girafa, de tão debilitada que estavava...
Então, e após longos minutos de reflexão, descobriu que precisava mesmo era de alguém forte que a ajudasse a trepar até ao cimo de uma árvore!
E foi à procura...
(Família do Leonardo - Paulo e Bárbara)
A girafa andou para trás e para a frente e lembrou-se de que "para a frente é que é Lisboa"!
- Não posso desistir pois tenho tanta, tanta fome que quase não tenho força para caminhar... - lamentou-se.
Quanto mais andava, menos ajuda esperava até que viu ao longe um jardineiro. Despachou-se até que o conseguiu apanhar:
- Meu querido amigo, preciso de comer! Pode ajudar-me?
O jardineiro respondeu:
- Menina Girafa: espere só 2 minutos que é o tempo de ir buscar ração e erva bem viçosa com as quais a menina vai ficar deliciada! - garantiu.
Os minutos foram passando e quando a girafa olhou em seu redor viu logo o jardineiro, que lhe disse:
- O seu gesto de pedir foi tão bonito e humilde que lhe trago este tractor cheinho de erva bem viçosa e 2 sacos de ração. Dura até acabar. Mas sabe o velho ditado?...
A girafa respondeu:
- Sim. Tenho que comer só o suficiente pois quero continuar esbelta e bonita como sou. Para tal, não posso exagerar na comida. Sei que devo comer e ainda ficar com fome; só assim continuarei com a saúde que tenho.
(Família do Miguel Cruz - Silvino e Emília)
Assim fez a Girafa. Comia um pouco de ração e um pouco de erva a cada refeição. Só assim a comida que o jardineiro lhe tinha dado lhe durou tanto tempo.
A girafa começou a sentir-se com mais forças para andar e lembrou-se novamente de regressar à selva. No entanto, pensou que lá não conseguiria viver. Decidiu então que o melhor era ficar ali por perto.
Nunca perdeu a amizade com o jardineiro. Foram os dois para sempre amigos. E ela viveu feliz até ao fim dos seus dias!
(Família da Cátia Sofia - Paulo e Lurdes)
FIM
A Girafa Pescoço Alto estava magrinha e muito triste porque na selva não conseguia encontrar comida. As árvores tinham todas as folhas muito altas e nem ela com o seu longo pescoço conseguia lá chegar...
Então foi deambulando continuadamente através da selva na esperança de encontrar alguma coisa que lhe pudesse matar a fome.
Já cansada e cada vez mais triste, sem forças para continuar, deixou-se desfalecer e sem dar por isso, caiu mesmo por baixo de uma árvore de cachos verdejantes.
Foi então que, olhando à sua volta, reparou naquela árvore. Encheu-se de forças para se levantar a fim de comer. Conseguiu. Ficou feliz e com vontade de continuar o seu rumo.
(Família da Mariana - Cláudio e Ana)
Mais à frente, encontrou o seu namorado Girafino:
- Olá, Girafino! - saudou ela.
- Olá! Estás boa?
- Sim, sempre tão preocupado comigo...
Decidiram dar um passeio onde tiveram a sorte de se cruzarem com a Girafina.
Chegados a um lago, a Girafina gritou de espanto:
- Olhem ali!! É o meu namorado!...
Quase em côro, disseram:
- Olá Ginarilito!
- Olá! - disse ele - Para onde vão?
(Família do Fábio Martins - Paulo e Adelaide)
- Vamos caminhar ao longo deste belo lago.. Queres vir connosco?
- Sim. Vou convosco.
E lá foram os quatro.
Durante o passeio, a Girafa Pescoço Alto contou aos amigos que esteve mal, que desfalecera por as árvores serem muito altas.
Passado algum tempo, encontraram uma árvore mais pequena e os quatro companheiros de passeio deliciaram-se com aqueles folhas verdinhas.
No final da refeição, sentiram-se com muito mais energia para enfrentarem novas aventuras!
(Família da Lurdes - Manuel e Carla)
FIM
A Girafa Pescoço Alto estava magrinha e muito triste porque na selva não conseguia encontrar comida. As árvores tinham todas as folhas muito altas e nem ela com o seu longo pescoço conseguia lá chegar...
Na verdade, há já alguns dias que a Girafa pescoço Alto de alimentava das poucas folhas secas que iam caindo das árvores e bebia a água fria que caía naquela região.
A Girafa Pescoço Alto tinha muitos amigos. Muito deles também passavam fome devido à falta de alimento que ali se fazia sentir. Um dia, em grupo, decidiram traçar um plano...
(Família da Ana Lopes - Wesley e Anabela)
Decidiram caminhar mais um pouco pela selva. Finalmente, encontraram um grupo de macacos que brincavam pulando de árvore em árvore. E foi assim que conseguiram colocar o seu plano em acção. Os macacos, ao brincarem nas árvores, abanariam os ramos e as lindas folhas verdes cairiam ao chão...
(Família de Pedro Mergulhão - Carlos e Anabela)
Assim sendo, a Girafa Pescoço Alto foi saciando a sua fome. Mas, de repente, os macacos aperceberam-se que a girafa só lá estava para que eles provocassem a queda das folhas.
Então perguntaram-se se não seria melhor interromper a ajuda, abandonando as brincadeiras nas árvores...
(Família de Fábio Pereira - Carlos e Isabel)
Por isso a Girafa Pescoço Alto passou fome nos dias seguintes. Voltou a não conseguir alimentar-se. Os seus amigos de sempre viram a sua magreza. Ficaram muito preocupados e resolveram ajudar.
Recolheram muitas folhas com outros animais amigos da selva e, em equipa, conseguiram alimentar-se uns aos outros. Esse espírito fez com que fossem para sempre felizes!
(Família da Mónica Sofia - João e Dorinda )
FIM
No passado dia 20, fomos à escola-sede do nosso Agrupamento. Estava um dia de sol!
Fomos participar nos Jogos Tradicionais realizados na EB. Todos os jogos eram bons.
Levámos fato de treino e sapatilhas. Os jogos eram: Tracção à Corda, Corrida de Sacos, Jogo de Latas e o Jogo da Colher.
Entrámos para o campo com os meus colegas e o professor a chamar por nós: "Curval2! Curval 2! Curval 2!"
Mas o jogo de que mais gostei foi o da Corrida de Sacos...
Foi um espectáculo!
Mariana Costa Duarte
Fomos pela primeira vez à EB participar nuns Jogos Tradicionais.
Equipados com fato de treino, chegámos atrasados mas ainda a tempo.
A nossa equipa chamava-se "FigCur" - Figueiredo + Curval.
Participámos em todos os jogos. Foi muito divertido.
Aquilo estava muito bem organizado! Adorei. Foi mesmo "fixe"!
Leonardo Filipe Almeida
De todos os jogos, gostei mais do jogo Tracção à Corda. Foi nesse que ganhámos!
Não joguei no Jogo da Bolacha. Já não havia bolachas...
No Jogo das Latas, deitei abaixo, por duas vezes, todas as latas ao chão.
Gostei imenso do Jogo da Colher, onde até fiquei em primeiro lugar...
Estava sol.
Gostei de ir aos Jogos Tradicionais!
Pedro Alexandre Mergulhão
PAIS QUE AJUDAM
A fim de dar cumprimento ao inserto no Plano Anual de Actividades - em particular do empreendimento educativo "Silêncio, é o barulho das palavras", pedimos aos Pais que, partindo de um início de história comum, colaborassem no desenvolvimento do respectivo enredo.
Assim, cada Família tem (por um dia) a história em casa, que enriquece com uma passagem que ilustra com um desenho.
Este trabalho visa envolver as famílias nas aprendizagens dos seus filhos, estimulando o gosto pela Leitura e pela Escrita.
Quando todas as famílias tiverem ultimado as 5 histórias, procederemos à sua publicação, enriquecida(s) com as respectivas ilustrações.
Como já se disse, o início de todas as histórias era este:
Com este projecto – de que é subscritor o professor José Manuel Alho - destinado às crianças do Jardim-de-Infância (JI) do Curval e aos alunos do 1.º e 3.º anos de escolaridade do 1.º Ciclo, pretende-se sensibilizar a comunidade escolar e a população local para o imperativo da preservação da qualidade e a utlização proporcionada da Água, desideratos que a todos deve animar e motivar.
Ainda que não se faça sentir de forma acentuada a degradação ambiental no meio em que se integra o JI e a EB 1 do Curval, afigura-se imprescindível dar o alerta, no sentido de evitar a destruição progressiva do ambiente e do esgotamento desregrado de alguns recursos naturais.
Sem alarmismos, sentimos - enquanto comunidade escolar - a dupla responsabilidade de, como cidadãos e educadores, tentar reflectir e abrir hipóteses, para agir em ordem a buscar alternativas ambientalmente sustentáveis.
É por isso que o Projecto da “Água, Fonte de Qualidade de Vida” pareceu-nos um empreendimento de eleição, para todos trabalharmos, para todos investigarmos, para todos tomarmos consciência que só de mãos dadas, e com o esforço e contributo de todos, poderemos preservar na nossa região a qualidade da água que ainda queremos para nós e para os vindouros.
Procuraremos alertar toda a população para os benefícios e proveitos de uma mentalidade que valoriza a Água enquanto fonte de Qualidade de Vida. (art.º 5, n.º 1 do Decreto-Lei 11/87, de 7 de Abril – Lei de Bases do Ambiente).
A comunidade local não poderá, por isso, ficar alheia. Será convidada a envolver-se no Projecto, mormente através da Associação de Pais (APEBC), partilhando experiências e saberes, colaborando com a escola na consecução dos objectivos que nos propomos atingir com este empreendimento didáctico-pedagógico, que queremos consequente.
Paul Valery dizia» A cultura é aquilo que fica depois de se esquecer tudo o que se aprendeu». Cremos firmemente que a educação ambiental não se aprende. Constrói-se. Na verdade, e sem querermos assumir um papel redutor ao omitirmos os aspectos participativos esperados, ousamos poder assim contribuir para a formação de uma certa cultura ambiental, dimensão indisputável da Educação Ambiental. Em resumo, assumiremos também como nossa máxima que “Educação Ambiental é Educar sobre Ambiente, no Ambiente e pelo Ambiente”.
Esforçar-nos-emos para que as actividades a desenvolver ao longo desta Área de Projecto – de que se destaca a visita ao Pavilhão da Água, no Porto - logrem atingir o alvo segundo uma, ou várias, das três vertentes seguidas: a cognitiva, a sensorial e a afectiva. Em consequência, teremos por óbvia a impossibilidade de seguir o provérbio» faz o que digo, não faças o que faço.» Procuraremos instigar hábitos de envolvimento social, que conduzem à formação de melhores cidadãos, naturalmente sensibilizados para agir em prol da sociedade.
Em muitas situações, estes projectos de educação ambiental são a solução realmente eficaz para os problemas ambientais, sustentando igualmente a educação integral dos indivíduos para a cidadania. Que assim seja.